Os 12 Deuses Do Olimpo

Os 12 Deuses Do Olimpo 1

Hera havia crescido em Arcadia e lá foi procurá-la Zeus transformado em dragão. Era inverno e, quando Hera pegou o cuco em tuas mãos pra protegê-lo do frio, Zeus recuperou sua verdadeira maneira e a violou. Após esse encontro Hera e Zeus se casaram e Hera passa a ser a rainha irrecusável do Olimpo. Todos os deuses vieram ao casamento com valiosos presentes.

Este casamento foi cheio de diversos conflitos, provocados, quase a toda a hora, as contínuas infidelidades de Zeus. Em uma ocasião, farta de as aventuras de Zeus, o abandonou e foi viver para a ilha de Eubeia. Zeus fez toda classe de tentativas pra que retornasse ao Olimpo, porém foi tudo em irão. Por fim, conhecendo o feitio de ciúme de Hera, mandou fazer uma elegante estátua, que pôs um vestido de casamento e a colocou em um carro com arautos do evangelho, que anunciam seu próximo link com Zeus. Hera, enfurecida, saltou para o carro para agredir o seu oponente e descobriu o engano, no entanto teve que distinguir os seus sentimentos e retornar para o Olimpo com Zeus.

Hera é a mãe de Ares, Hebe, Ilitia e Hefesto. Costuma apresentar-se como uma deusa ciumenta e vingativa, que se mostra implacável com qualquer um que represente um perigo para ela. Deixou cego por Tiresias por doar razão a Zeus em uma discussão que o casal mantinha. Sobre tudo se mostra implacável com as amantes de Zeus e os filhos que tem com elas.

  • Leônidas – Artur Casanova
  • Bem encaracolado, não como eu tenho o cabelo
  • Irmão Leónides (1884-1936)
  • Entrada da noiva e teu pai

não tenho dúvida que é o mais incrível álbum que de imediato fiz. Eu queria fazer um álbum dançante, robusto, onde cada canção se fizesse pretender continuar parado e dançar. Isso é o que eu pretendo da música que ouço. Desse modo é que este álbum é para as discotecas ou para ouvi-lo antes de sair e se divertir durante a noite”.

Na mesma, disse a Femme Fatale, como um álbum “mais maduro” que expressa onde se acha como mulher, e que se apresenta como uma “prosperidade” de quem é. “Eu gosto fazer música para os meus fãs. Eu amo me apresentar pros meus seguidores e, o mais sério, eu gosto meus fãs”. Sua entrevista com Out foi publicada 6 dias depois, junto à sessão do colombiano Ruven Faxineiro. Em sua entrevista com a Rolling Stone, publicada em dezessete de março de 2011, apontou que, em Femme Fatale “jogou” com a sua voz e “experimentou” com pop, hip hop e dance.

Também, o catalogou como um álbum inteiramente distinto do Circus”, “mais escuro e irritável”, e “realmente conectado do início ao final”. Por outro lado, referiu-se à participação de Sabi, apontando que a descobriu, por recomendação de um de seus amigos, e que sempre havia desejado pra acrescentar um novo artista em um de seus álbuns.

Além disso, se referiu a sua experiência de trabalhar com Dr. Luke e Max Martin. O primeiro comentou que trabalha com ele desde as sessões de Blackout (2007) e que, desde desse jeito, não fez mais do que “melhorar”. “Max tem desempenhado um papel muito interessante pela Femme Fatale. Tem estado presente desde o começo de minha carreira, bem que existe um grau de confiança grande entre nós. Ele consegue exatamente o que pretende, quando lhe digo o que desejo e não pretendo em termos musicais.

Não existe ninguém com quem eu me sinta mais confortável a trabalhar no estúdio”. A quarta entrevista foi publicada no dia 16 de maio de 2011 por revista Harper’s Bazaar, e contou com uma sessão a cargo de Alexi Lubomirski. Ela revelou que Madonna sugeriu durante o tempo de promoção do álbum, incitando-o a seguir os seus instintos. A última foi publicada em oito de setembro de 2011, a versão britânica Glamour, depois de 10 anos desde que a cantora foi capa da mesma.