O Panorama Político De Acordo Com Frederico Jiménez Losantos

O Panorama Político De Acordo Com Frederico Jiménez Losantos 1

A diferença entre a implosão de LIMERICK e a auto-destruição do PP é que naquela não houve maldade e nesta não há outra coisa. Calvo Sotelo antecipou as eleições, deixando a candidatura presidencial de Landelino Lavilla, que, como bom democrata-cristão, que preferia morrer antes de acordar com a pujante AP Fraga, vencedora neste momento UCD pela Galiza e Andaluzia.

Então, é que vocês estão seguros de ganarlas. Não, não; estamos seguros de perdê-las. Como e por que adianta você? Porque poderia ser pior. Quanto mais possa nos transportar muitos, mais votos do PSOE. Io non capisco niente, ma… evviva Dom Quichiotte! Eliminada Espanha, todos apoiavam a Itália, cuja vitória foi comemorada como própria da Gran Via.

Apenas três anos antes, lhe haviam dado a segunda vitória da UCD suarista. A Espanha de centro-direita tinha começado a viver de vitórias prestadas. A UCD perdeu, porém nem sequer Calvo Sotelo nem Lavilla pensavam ganhar. O que perdeu ao centro-direita português e garantiu 13 anos de socialismo e corrupção não foi uma intenção pessoal, mas a certeza em tuas pesquisas. Em Julho lhes davam 80 lugares; 60, seguros. Déhale o trese ar coho, que oferece música má sorte.

Rajoy anunciou que vai impossibilitar um governo PSOE-Local da sessão de investidura do dia 2 de março. E que Não votará, ao lado Podemos e marés, ERC e os pujolistas, Bildu e companhia. É claro que o PP não aceita que suas pesquisas yerren ou sejam superadas pelos acontecimentos.

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  3. Prêmio Nacional de História de Portugal 2018[17]
  4. Jaime Paz (2014-2018)
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Que o gotejamento de casos de corrupção, que acaba de começar, suave ao PP a um colapso como o de UCD porém a prazos: 11,7 milhões de votos em 2011; 7,seis em 2015; de quatro a 6,5 em 2016. o

Por que eu iria acordar Pedro Sánchez, líder do PSOE, com o PP, que o impediu de surgir à Cidade? Por que iria respeitá-lo Cidadãos, depois de sofrer uma sucísima campanha nas gerais de 2015, repetida em 2016?

Um – O voto negativo do PP ao governo de centro-esquerda em uma sessão de investidura, que certamente perderá Sánchez entretanto que pode sair cadáver, Mariano Rajoy, enterrando as expectativas de voto do PP. Se por trair seu eleitorado perdeu em 4 anos, quase 4 milhões de votos, o Governo depois de votar não ao lado Podemos, Bildu e ERC? Dois – O robustecimento da liderança de Pedro Sánchez no PSOE.

Se os noes de Rajoy e Igrejas impedem um governo PSOE-Cidadãos, que é o que, de acordo com as pesquisas prefere uma maioria de espanhóis, o Susana Díaz que o candidato derrotado por defender a mesma aliança que ela permite a governar Andaluzia, não retorne a ser presidente do partido, e com razoáveis possibilidades de subir, ou não descer, o número atual de cadeiras?